Todo amor q houver nessa vida - Cazuza


Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia

E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia

E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio, o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente não

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria

After Party

Desde a porta da balada eu vi um cara e comentei com minha amiga:"nossa, ele é meu numero!" Mas fomos pra fila e acabamos nos perdendo. Já lá dentro, esbarrei com ele a caminho do bar trocamos olhares mas nem uma palavra. Depois disso, eu acabava tropeçando ou pisando no pé dele o tempo todo, fosse dançando, fosse na área de fumantes enquanto acompanhava minha amiga e ele o amigo dele. Foi quando eu resolvi puxar assunto. Disse que ele estava me seguindo e no ouvido dele pedi desculpas pelos pisões, demos gargalhadas mas ele estava com uma outra menina e eu me afastei, fazendo charme. Eu e minha amiga voltamos pra pista de dança e pouco tempo depois eles dois passaram, acompanhando as moças até a saída, passando por mim segurou a minha mão discretamente e se afastou. Sorri pra ele e depois caí na gargalhada com minha amiga pensando tê-lo feito ficar com vontade mas impossibilitado por estar acompanhado. Nem 5 minutos se passaram e ele voltou só com o amigo. Passou por mim e três passos depois voltou e me deu um beijo daqueles.

Dançamos agarradinhos e sem parar de nos beijar por bastante tempo e o clima estava esquentando. Ele passava a mão na minha coxa, insinuando subir o vestido e voltava, beijava meu pescoço, puxava minha cintura contra o corpo dele me fazendo sentir seu membro enrijecer sob a calça jeans. Eu passava as unhas nas costas dele por cima da blusa e depois passei a acariciar por baixo da blusa, diretamente sobre a pele. Ele entao abriu a zíper da calça e colocou minha mao sobre a sua cueca. Ja nao estava mais me importando com as pessoas à nossa volta, coloquei ele pra fora e me apertando mais contra o seu corpo o punhetava enquanto nos beijávamos ardentemente. O show acabou, a casa estava fechando e precisávamos ir embora. Ao olhar pro lado, vi que minha amiga estava ficando com o amigo dele, fomos todos para o lado de fora da boite e a pegaçao continuou. Eu já estava louca pra senti-lo dentro de mim. Nos encostamos no carro e ele foi acariciando minha perna, subindo pela virilha, desvencilhou seus dedos do tecido do meu vestido e afastando minha calcinha sentiu a textura do meu mel e ficou me acariciando enquanto me propôs ir até o hotel em que estava hospedado. Com alguma insistência acabei cedendo e fomos os quatro pro hotel. Chegando lá os outros dois foram pro quarto e nós dois ficamos na sala.

Sem perder tempo, ele já veio desamarrando o meu vestido deixando meus seios à mostra para que pudesse se deliciar enquanto me direcionava para o sofá e desajeitadamente se despiu e tirou a minha calcinha. Me deitou e se pos sobre mim abrindo minhas pernas e enfiando o pau em minha bucetinha molhada. O pau dele não era dos maiores, provavelmente uns 14/ 15 cm e nem era groso, mas como ele sabia usar! A forma com que se movimentava enquanto metia, esfregando o osso pélvico em meu clitóris me fez gozar naquela posição estranha, tronco no sofá, cabeça em uma almofada e a cintura pra fora do sofá com movimento livre, passei a perna em volta da cintura dele enquanto gozava gemendo gostoso. Ele então me levantou ainda encaixados e sentou-se no sofá, me fazendo ficar por cima dele. Enquanto eu cavalgava, ele tirou meu vestido, dava tapas em minha bunda e sugava meus seios juntando-os com as mãos. Me colocou de quatro e metia forte enquanto acariciava minhas costas e se deliciava com a visão de minha bunda exposta em sua frente rebolando no seu pau. Beijando minha nuca, colocou o dedo na minha boca e eu prontamente chupei. Sua reação imediata foi: “Nossa morena, como você chupa gostoso!” e eu sorri safadamente me virando de frente pra ele que estava de pé em frente ao sofá. Me abaixei em frente a ele, escorada no sofá e agarrei seu pau e comecei a lamber as bolas, olhando nos olhos dele. Fui subindo a língua até a cabecinha do pau dele e fui lentamente engolindo até estar todo dentro da minha boca. Sugava e o acariciava com a língua sem tirar da boca e com uma das mãos me masturbava. Ele gemia de olhos fechados. Fui tirando o pau da minha boca punhetando com as duas mãos e me concentrando só na cabecinha, chupava sem dó olhando sua expressão de satisfação me vendo chupa-lo. Levantei e dei-lhe um beijão. Ele estava pingando de suor e tesao. Me deitou no sofá e veio por cima de mim e me beijando aumentou a intensidade das estocadas até gozar sorrindo.

Fomos para o banho, ele me beijava, abraçava como se estivesse agradecendo pelos momentos de prazer. Me enxugou e deitamos no sofá agarradinhos enrolados em toalhas. Logo depois a porta do quarto se abriu. Eram os outros dois a caminho do banho. Ninguém disse uma palavra sequer. Recompostas, trocamos e-mail, telefone e fomos as duas embora.

Parceiros: O quarteto quente parte III

Mais um post escrito pelo Luiz Guilherme...
Agora, curtam O quarteto quente parte III
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O domingo enfim chegou. O dia esta ensolarado, de céu azul, sem nenhuma nuvem e eu estava louco para ir à praia. Eu ligo para meu amigo Vitor, perguntando se ele iria a sua casa de praia. Ele disse que sim, e que iria levar sua namorada para a casa. E antes de encerrar a ligação perguntei se iria mais alguém para casa, e ele me disse que não. Logo em seguida, pensei em alguém para acompanhar-me. Logo pensei na Amanda que é muito praieira por sinal. Fiquei com certo receio, pois não saberia como ela iria reagir. Mas mesmo assim decidi chamá-la, e fui até o quintal para ver se ela se encontrava. E ela lá estava dando uma geral no quintal. Na hora lhe falei que iria a praia e se ela não gostaria de ir comigo. Ela não exitou e topou ir comigo (Fiquei até surpreso por sua aceitação). Liguei para o pai, lhe pedi o carro, e disse que era para uma saidinha básica de domingo. Depois de tudo acertado e checado, fui até Amanda e a chamei. Peguei o carro e lá vamos nós. A Amanda estava de saída de praia e óculos escuro e chinelinho. No caminho conversávamos bastante sobre nosso sábado. Ela havia falado que saiu para uma festa dance, e tinha ficado com uns caras, mas para ela foi considerável pouco, pois ela queria ter feito algo a mais naquela noite de sábado. No momento em que ela pergunta sobre meu sábado, eu congelo, e digo (meio gago) que foi bom, e não houve coisas tão interessantes assim. E durante nossa conversa, eu (com meu olhar discreto), percebi que ela estava usando um biquíni verde (vi isso na hora em que ela abriu um pouco suas pernas) e suas coxas. Aquele domingo poderia reservar coisas bem excitantes.
Chegamos à casa de praia. Fui bem recepcionado por meu amigo Vitor, que já estava todo sorridente, felicíssimo por aquele dia. Fui apresentado a sua namorada, e o apresentei Amanda. Em seguida, sentamos os quatro e batemos um papo bem descontraído, típico de amigos, regado a cerveja. Depois fomos à piscina. Num momento, Vitor ficou ao meu lado e perguntou se eu era namorado ou só estava pegando a Amanda. Disse que nenhuma das opções. E ele ficou de boquiaberta, por que ela era um mulherão (Que nem a Joana e Duda), de seios fartos e bunda boa. E ainda me disse que a hidromassagem da casa estava disponível se eu quisesse dar “uns pegas” nela. Seria uma ótima idéia, pois Amanda estaria afim de algo a mais desde o sábado anterior. Mas eu não tenho lábia. Não ouve problema: Vitor me ajudou um pouco com isso (ele é daqueles caras bem pegadores, quem tem certa manha com as coisas desse tipo) e passou as devidas orientações e precauções. Um pouco mais tarde, o clima ficou “relax”. Ficamos na varanda da casa (que dava de frente a praia) aproveitando toda a brisa em redes de balanço. Vitor ficou com sua namorada e eu fiquei em uma rede e Amanda em outra. Um pouco depois Vitor resolveu sair com sua namorada para outro canto mais intimo. Eu ainda fiquei no balanço da rede a conversar com Amanda. Falamos meio morgadamente por um tempo, só de preguiça na varanda da casa. Certo tempo se passou e resolvi tomar a atitude: convidei Amanda para ir ate a banheira de Hidromassagem. Ela levantou certo despertar, como se algo bom fosse acontecer ali. Ficamos na hidro, de papo bem interessante, sobre as festas, as baladas, as orgias... Nisso ela resolveu parar nossa conversa e pediu-me a chave do carro para pegar um DVD portátil que ela havia trazido de casa. Ela colocou a nossa frente, e vimos um filme bem sugestivo. Ficamos um pouco mais juntinhos, de mãozinhas dadas, como se fossemos um casal de namorados. Ela colocava a cabeça no meu ombro, dava suspiros bem manhosos, me abraçava e me dava beijinhos no rosto. O clima estava ficando bom, e ficou melhor ainda quando nos vimos uma cena de beijo e ela me pediu com toda sua manha um beijo bem gostoso. E eu retribuí a altura, com um beijo bem molhado, bem gostoso de se provar. Mas o clima ficou mais quente ainda, quando no filme, passou uma cena deliciosa de sexo. E ela, com o seu jeitinho delicioso de ser dengosa, fez-me um pedido: que eu a satisfizesse e lhe desse tudo de mim. Durante o pedido, ela estava com as mãos sobre meus pés e subiu até meu sexo e o massageou. Ela subiu sobre mim e disse baixinho ao pé d’ouvido, “faz do jeitinho que você sabe”. Então quando ela estava sobre mim, ainda olhou-me com olhos de felina faminta, louca por algo que a satisfaça; beijou-me loucamente, e tirou a parte de cima de seu biquíni. Seus seios eram ideais, do jeito que pensava. Ela voltou a me beijar ardentemente e nos deixamos levar pelo instinto do mais puro prazer. Ficamos nus e nos deleitamos de toda nossa junção carnal, fazendo loucuras diversas. Ela parecia uma amazona a galopar em meu sexo, uma maquina humana voltada para sentir todo o desejo daquele doce momento. De tanto prazer que me dava e recebia, ela gemia, querendo nunca parar aquele prazer, onde a cada inserção de meu sexo no dela, parecia ser uma explosão de satisfação carnal. Era um vai-e-vem saboroso, que chegava aos picos do prazer. Era uma delicia só. Gozamos, depois de uma ocasião orgios-delicious (deliciosa orgia). Ela ficou ao meu lado, abraçando-me, dizendo que adorou aquele momento comigo. Eu também dizia o mesmo, querendo, se possível, repetir aquele momento. Ela disse que se houvesse disponibilidade de fatores, como ela ter tempo e a casa vazia, ela faria de novo. Vestimos-nos, curtimos o resto do dia caminhando de mãos dadas na praia, vendo o pôr-do-sol, num romantismo bem bacana. Na volta pra casa, ela ainda aprontou mais uma: ficou amaciando meu sexo, como se quisesse mais sexo. No meio da estrada, ela me pediu que parasse o carro para fazer xixi. Já era noite e estava bem escuro. Logo assim que ela entrou, ela segurou meu braço impedindo que ligasse o carro. Ela beijou-me da mesma forma como na casa de praia. Ela ficou sobre mim e baixou a parte de baixo do biquíni e nos entregamos mais uma vez ao prazer. Foi até mais rápido do que a anterior, mas foi uma ótima para quem curtiu um domingo sensacional. Peguei 3 das 4 ninfetas. Não sei se terei uma chance com Jessica, pois ela é muito tímida. Mas de vez em quando, as tímidas surpreendem mais que as taradas.

Hummm, amigas...

Descobri que tenho uma leitora que perde o fôlego só em escrever... pensa no que isso não acaba dando!? Ela me mandou um conto por e-mail e prometeu outros.
Deliciem-se conhecendo a Aline!


Nunca escondi de ninguém que eu gosto de meninas, também!! Acontece que nem todas pensam assim, e entre as amigas próximas eu sempre falei e joguei verde, mas nunca colhi maduro até que, as redes sociais disponíveis na internet aproximam pessoas que tem algo em comum, ou não tem e se descobre depois.

Numa dessas redes sociais eu conheci muita gente interessante, e entre elas uma menina/mulher! Desde a primeira vez que nos encontramos e antes mesmo no virtual sabíamos que a amizade ali seria divertida.... senão, interessante!

Com o tempo ficamos confidentes, e dividíamos alguns segredos sexuais. Ela ficava com um cara que me fez uma proposta um tanto tentadora: Marca um almoço essa semana que eu vou almoçar você no motel!!!
Realmente se não fosse meu ritmo frenético de trabalho e responsabilidades, eu daria um perdido no chefe e daria pra aquele pedaço de homem gostoso fácil!!!!!

Mas enquanto isso não se realizada, eu e Karla nos aproximávamos mais e mais. Ate que embriagadas num bar ela me da um selinho e me confidencia: Eu morro de vontade de ficar com mulher!! Era a deixa pra que eu investisse até onde iria a curiosidade da vontade e do tesão e tudo o mais que envolve o ser sexual que somos. Neste dia nada aconteceu alem de selinhos e carinhos.

Dias depois resolvemos ir numa boate onde a diversidade impera. Não tão embriagadas mas certas do que realmente queríamos, Karla começou a me provocar na pista de dança, dançando sensualmente e se esfregando em mim. Não resisti aos olhos e bocas que pareciam suplicar pra que eu a beijasse. Nos beijamos maravilhosamente.

Faço aqui meus comentários a cerca do beijo de uma mulher: Molhado na medida, macio como veludo, intenso como as paixões e nem que eu soubesse todas as palavras não saberia mais como descrever o beijo de uma mulher.

Ficamos na pista sentindo todo aquele calor, a musica, nossa respiração, nossas línguas, nossas mãos. Desci minha mão a bunda e a puxei para mais perto de mim, como um sinal de que a queria, a qualquer custo. Nos afastamos da pista, e ela se se encostou a uma mesa me puxando pra perto.....abrindo as pernas para mim, ela estava de vestido, enquanto a beijava, deslizei minha mão para a buceta dela, que neste momento estava úmida..... Quando a senti na minha mão, totalmente lisinha, do jeito que eu adoro, voltei com os dedos cheios do mel daquela buceta até minha boca e me deliciei com aquele gosto, então, disse no ouvido de Karla: preciso te chupar!!!!
Sem hesitar ela me diz: Vamos ao banheiro!!!

Neste momento eu só queria ter aquela buceta na minha boca. Entramos na mesma cabine e continuamos a nos beijar, desci até aquela buceta lisinha, molhada, linda.....ela já estava sem calcinha e neste momento já tirara o vestido, me ajoelhei pra maravilhar-me com aquela visão, e a chupei, chupei deliciosamente, e com as mãos estimulei toda a região que eu sei o quanto é prazerosa pra mulher, dedos, língua, lábios e até meus dentes exploravam toda aquela região gostosa de sentir.

Subi aos seus pequenos seios, eles me olhavam e eu os beijei, chupei, mordisquei deliciosamente.
Ela queria gozar e eu não queria decepcionar porque realmente estava gostando disso tudo. Então meus dedos e minha boca a fizeram gozar num grito que só foi abafado pelo som da boate.
Voltei com os dedos cheios daquele sabor. Nos beijamos, e ela se vestiu.

Voltamos pra pista, dançamos, bebemos, nos beijamos......provocamos os homens da boate, e fomos pra casa. No outro dia, ela me liga: Amiga, adorei tudo, a noite as surpresas e tudo mais, você tinha razão eu iria gostar disso, vamos repetir???

Surpreendente

Bom, esse aqui foi o que me surpreendeu de todas as formas que vocês puderem pensar. Aprendi a me despir de preconceitos quando se trata de assuntos sexuais, e provavelmente por isso esse conto me tocou de forma especial.

O autor se identificou como Bóris, disse que é leitor assíduo porém anônimo do blog e fez de tudo para esconder a sua identidade, inclusive criar um e-mail somente para a promoção, portanto sem links e sem outras formas de contato.
Espero que esse conto ensine a vocês caros leitores que entre quatro paredes vale sim tudo, absolutamente tudo, desde que os dois estejam confortáveis e de acordo.

Eu participava do orkut e mexendo em algumas comunidades de inversão, notei uma mulher que seria das proximidades, perfil sem fotos, apenas alguns pés e sapatos e eu, totalmente apaixonado por sapatos femininos de salto alto prontamente adicionei-a ao meu orkut, alguns minutos depois recebo a seguinte mensagem:

“Olá, me adicionou porque? Vejo que temos apenas uma comunidade em comum”


Não lembro a resposta que dei a ela, mas via que muitos a chamavam de Sra., Rainha, entre outros, mas eu não, continuei a chama-la de você e aos poucos ela me adicionou ao orkut, me deu seu msn, me mostrou seu rosto (de menininha), me mostrou que confiava em mim e quando eu vi já era tarde, me ganhou, trocamos telefones e aí foi onde tudo se perdeu mesmo (ou se achou? rs). Lembro-me da primeira vez que nos falamos ao telefone, falamos pouco, fiquei morrendo de vergonha e ela, com uma voz deliciosa (não pensem em vozes tipo disk sexo não). Conversamos nada de mais, apenas uns 10 minutos de conversa, nada de putaria ou sexo ao telefone, e foi só.

Tivemos a chance de nos conhecer pessoalmente e foi o máximo, lembro-me daquela mulher linda, vestida com um sobretudo preto, pediu para que eu entrasse no carro, não pensei duas vezes, entrei e ela me levou a uma festa onde tinha podólatras e praticantes do BDSM, era o meu primeiro contato com essa cultura, mas eu precisaria de ir embora mais cedo e ela me levou, me deixando me deu um presente inesperado, algo muito bom que fugiu de tudo o que eu esperava para aquela noite, um beijo.

Continuamos conversando e 10 dias se passaram, a noite ela me liga, estava eu louco de tesão, morrendo de vontade de ter aquela mulher na minha cama para poder fazer tudo o q eu já sonhava fazer (sonhava = sonhar dormindo mesmo), conversamos um pouco, a minha excitação era muito grande e notava que ela também estava excitada do outro lado do telefone, foi quando comentei que tinha comprado um tubo de KY e a conversava mudou totalmente, ficamos ao fone brincando, ela me convenceu a ficar de 4 e colocar 2 dedos no meu anus, foi de mais, gozei ouvindo ela gozar e tudo o que eu queria naquele momento era poder presenciar tal maravilha pessoalmente. Continuamos a conversar, o carinho cresceu muito do tempo que nos conhecemos para este ponto do relato, aproximadamente 1 mês passou mas parecia que eu a conhecia a anos, a química era excelente e não poderia ser diferente o sexo quando a gente se encontrasse novamente. Finalmente chegou o dia de nos vermos novamente, nunca tive uma noite tão especial assim, romântica, sensual, cheia de surpresas e realizações.

A surpresa maior e que eu queria dizer, foi na manhã do dia seguinte, começamos a nos beijar, rolou um oral, ela começou a me tocar atrás, me lambuzou de KY e me penetrou, estávamos num 69, eu já quase gozando e ela não conseguia colocar o dedo direito, pedi para ela pegar luvas e fazer direito, me coloquei de 4, como fiz ao fone anteriormente e ela, toda calma, colocou 1 dedo, depois outro. Para a minha surpresa, apareceu na brincadeira um dildo de uns 17 cm e era muito grosso, brincamos mais um pouco com o dedo, eu bêbado de prazer não conseguia nem perguntar o que ela faria com o dildo. Sempre muito carinhosa, me beijando muito, me acariciando, minhas pernas tremiam, o desejo era muito grande e então pedi para que ela me comesse, se ela negasse fazer, eu imploraria, pois queria muito.

Ela pos a cinta, com aquele membro enorme, até pensei que não ia agüentar, mas me coloquei de 4 novamente e ela passou mais KY, quando começou a me penetrar senti uma forte dor, nesse momento pensei que eu não ia gostar daquilo que estávamos fazendo, mas não desisto muito cedo assim, tava decidido ir até o fim pois não teria uma opinião correta se não encarasse e foi o que fiz, continuei de 4 e ela começou o movimento, fui relaxando, a sensação foi melhorando, foi ficando bom, eu comecei a rebolar, ela sentiu que eu me soltei e resolveu colocar um pouco mais, foi quando a dor foi intensa, soltei um gemido estranho de dor e ela deu um tempo, mas o tesão estava muito grande e eu queria ela inteirinha dentro de mim.

Ela tocava meu pau enquanto me penetrava e foi quando eu lembrei de uma ex namorada que adorava cavalgar fazendo anal, levantei meu tronco, ela ficou de joelhos e eu sentei no colo dela, senti que entrou um pouco mais, comecei a me mexer, ela passava a mão pelo meu peito e beijava minha nuca, tocava meu pau, e lembro ainda, que passei a mão pelo meio das minhas pernas e senti que faltavam uns 6 cm para eu engolir aquele pau gigante, foi quando resolvi relaxar e soltar um pouco mais, comecei a cavalgar, sentia que o dildo praticamente saia do meu cuzinho e voltava a entrar, tava muito delicioso e ela me masturbando foi quando senti meu anus expulsando o dildo e o gozo vindo, ainda tentei colocar ele de volta pra dentro, mas não conseguia, os músculos do meu cu apertavam, eu tremia todo, senti jatos de gozo no meu peito, eu gritava de tanto prazer e a gente se beijou e fomos para um banho muito delicioso.

Como já tinha ouvido de minha Sra. e de várias outras pessoas, a inversão não tem nada haver com opção sexual, não me sinto mais ou menos homem por ter sido penetrado por uma mulher, sinto sim, mais seguro do que eu gosto, sexo bem feito, sem limites para se ter prazer, apenas com muito respeito e carinho, que para mim, são essenciais para a entrega.

Abraços,

Boris

No escritório

O primeiro escolhido foi o conto do Leo do blog www.seximaginarium.blogspot.com

A cidade tem o entardecer maravilhoso. O céu avermelhado rapidamente vai se transformando em azul profundo. Seis horas, entre os canteiros as luzes se acendem.
Tenho que ir, sem muita convicção e com muita vontade de ficar. Pronto para aquele ritual de despedida que tanto me deixa puto!

Caminho pelas ruas estreitas até a sala dela. Sinto seu calor, o cheiro da sua pele... Entro, fecho a porta e nos abraçamos. O contato dos corpos faz meu coração disparar! Lá fora um vulto passa.
Encosto na mesa e me encaixo entre suas pernas. Um beijo longo com a fúria do meu desejo, explorando a sua boca com a língua inquieta... Tranco a porta e apago a luz.

Trocamos essências, líquidos, matamos nossa sede, queremos matar nossa fome... Estamos no escuro, em silêncio, as pessoas passam lá fora e o risco de sermos flagrados nos dá muito tesão. Fixo nos seus olhos que me dizem o que não se pode falar. Deslizo minha boca pelo corpo dela... Uma leve mordida na nuca... Uma lambida voraz perto da orelha. Desabotôo botão a botão... Tocando a tua pele... Acariciando seus seios (me vem a boca um gosto de vinho... O teu cheiro...Meus lábios passeando pela sua pele, envolvendo o bico dos seus seios...Sinto sua respiração ofegante. Ela, empurrando minha cabeça para baixo, me mostra o desejo... Minhas mãos rapidamente nos livram dos tecidos indesejados. Sua linda boceta, quente e úmida, em minha boca... na ponta da minha língua... me delicio. As mãos dela, macias, acariciam meu pau.

Novamente ouvem-se vozes próximas dali, mas estamos em um mundo tão distante, tão nosso, tão único, quase um esconderijo! Ela me chupa com muito tesão. Fecho os olhos e sinto sua boca percorrendo meu pau. Farejando-a como um animal, esfregando meu rosto na tua pele, perfume raro. Desejo muito essa mulher! Meu pau latejando encosta na sua virilha percorre sua coxa, e penetra sua boceta, sinto sua carne quente. Eu dentro de você... Enlouqueço! Na sala o cheiro de tesão nos envolve. Lá fora ruídos! Movimentos rápidos, num ritmo de música, incessante, intenso. Que delícia é você!

Sinto sua respiração ofegante me acariciando. O gozo se aproxima e chega. A tensão se transforma em carinho relaxado. Um doce carinho. O seu mel encharca meu pau, meu gozo escorre pelas suas pernas. Rapidamente voltamos à razão.

Aquele entardecer não sai da minha cabeça. Ainda me lembro dos seus olhos, seu cheiro e principalmente do seu gosto.

E vamos aos escolhidos!!

Foram doze e-mails recebidos. Doze contos para ler. Uns muito bem escritos, outros um pouco menos objetivos. Alguns ficam aparentemente com vergonha de falar de sexo pra mim... Indiscutivelmente compreensível afinal não é assim tão fácil falar de sexo abertamente.
Sei que havia dito que seria O melhor conto, Um conto. Mas quando achei que já tinha resolvido, apareceu um outro que me chamou muito a atenção. Vai causar uma certa polêmica tenho certeza. E pela sinceridade com que foi escrito e passando claramente um despudor e conexão íntima com o que realmente é fantasia, fetiche, me fez escolher mais um ganhador.
Bom, sem mais delongas, vamos aos contos vencedores.
Espero que se divirtam assim como eu me diverti!

Devaneio

Ando muito carente por esses dias. Seja pela aproximação da viagem, seja pela falta de contato físico, seja pelo tempo sem namorado... Sou movida a abraços, carinhos, dengos, chamegos...

Nesse exato momento eu ODEIO a geografia e o tamanho desse país!!
Sim, tudo comigo é exagerado. É 8 ou 80. É assim e pronto! Não tem o que fazer. Não dá pra mudar e não dá pra controlar.

Nesse exato momento quero que os dias corram, voem. Quero que chegue logo o próximo fim de semana porque tenho compromisso com a distância. Eu a aniquilarei por uns instantes e pela última vez. E que seja rápido e indolor!

Nesse exato momento eu adoraria ter uma árvore de dinheiro, não precisa de muito não, é só pra satisfazer meus módicos anseios. (ok, forcei a barra! todo mundo quer isso...)

Nesse exato momento queria que meus amigos estivessem aqui, pra curti-los pela última vez. Mas ainda odeio a geografia...

Nesse exato momento acho que falei demais e você está prestes a fechar a janela ou aba em que me encontro nesse exato momento. Acertei? Calma!!

Vim aqui só pra dizer que:
Sim, eu existo!
Não, não sou um robô!
E sim, tenho sentimentos reais!
E tenho dito...

Apagão

Noite quente de novembro. Em casa, sozinha mais uma vez. Uma pane elétrica e sem aviso a energia acaba. Primeiro lentamente perdendo a força para em seguida apagar de vez. Eu morro de medo de ficar sozinha no escuro assim, com o mundo acordado. Péssimas sensações! Peguei minhas poucas velas, acendi e sentei no sofá, aguardando saber os motivos da queda e o retorno na eletricidade.

Já agoniada sem ter o que fazer, ouço uma batida suave na porta e o medo toma conta de mim. Sabe-se lá quem pode ser a àquela hora! Pé ante pé me aproximo com uma vela em mãos e pergunto com a voz trêmula: – Quem é? e a voz do outro lado responde: – É o Nicholas, do ap da frente! To precisando de socorro aqui!

Abri a porta ainda ressabiada e logo vi do q se tratava. As costas dele estavam cheias de estilhaços de vidro. Aparentemente uma lampada estourou sobre ele e havia cortes por todos os lados. Rapidamente mandei entrar e tentei encontrar alguma forma iluminar os ferimentos… Já mais calma, calcei as luvas que costumo ter sempre em casa para esse tipo de ocasiao e com uma pinça e algodão fui tentando tirar o q enxergava e passando antiséptico enquanto ele abraçava forte meu travesseiro deitado no sofá. Já havia terminado de tirar o vidro e estava fazendo a desinfecção quando a vela acabou. Mais uma vez veio o medo e Nicholas logo segurou a minha mão ao sentir que minha respiração havia mudado.  Nick era um homem bonito. Com 29 anos, corpo em forma sem exageros, cabelos escuros, vestia apenas uma bermuda tactel. Sentou-se no sofá e me fez sentar ao seu lado puxando assuntos sem importancia para me fazer esquecer do escuro. Nick nao largava a minha mão em momento algum e era uma conversa muito agradável e realmente me fez esquecer o escuro. Logo estávamos falando de relacionamentos anteriores e sem percebermos estavamos falando de sexo. A conversa foi esquentando e o tesão aumentando.

Ele entao “esbarrou” a mão na minha perna e esperou minha reação. Como nao fiz nada porque sabia muito bem o que ele estava pensando, ele tocou novamente a minha perna mas dessa vez pousando a mão sobre minha coxa e se aproximou do meu rosto como se estivesse me farejando. Ficamos ali por um instante sentindo as nossas respirações aumentarem de ritmo, num jogo de sedução delicioso para então me beijar. Um beijo molhado, longo, gostoso que só fez me acender ainda mais. Foi subindo a mão pela minha coxa, por dentro da minha camisola de algodão, passando pela barriga até encontrar meu seio. Com a outra mão me segurava pela nuca e foi se inclinando sobre mim, me fazendo deitar aos poucos no sofá enquanto passeava a mão pelo meu corpo. Enfiou a mão por dentro da minha calcinha e percebeu o quanto eu estava molhadinha e entao resolveu abusar. Me puxou contra seu corpo pela cintura e começou a apertar seu sexo já duro contra a minha xaninha molhada por cima da calcinha. Eu abri sua bermuda, colocando seu membro pra fora e rebolava a cada vez que ele apertava seu corpo contra o meu. Abaixou as alças da minha camisola e pôs-se a sugar meus seios de forma faminta, sentia o cheiro da minha pele, afastava o rosto para aprecia-los e voltava a mergulhar entre eles me fazendo delirar.

Entao ele levantou o peito, sentando-se encaixado entre minhas pernas, tirou minha camisola e puxou minha calcinha, acariciando minhas pernas enquanto o fazia até os pés. Deitou-se novamente sobre mim e encaixou o pau no meio da minha bucetinha, sem penetrar, fazendo uma especie de espanhola enquanto me beijava. Eu já estava delirando de tesão quando ele escorregou uma das mãos pelas minhas costas e puxou meu corpo contra o dele ainda mais, pela minha bunda. Mais uma reboladinha de leve e eu gozei com ele entre as minhas pernas sem sequer ter me penetrado.

Coloquei a mão no peito dele empurrando para que se levantasse e descendo pelo seu peito dando mordidinhas de leve, cheguei em seu mastro. Fui passando os dentes bem de levinho em toda a extensão dele, sentindo sua pele arrepiar. Passei entao a língua quente e molhada em volta de suas bolas e fui subindo até a cabecinha. Dei um beijinho e lentamente fui engolindo, centímetro a centímetro dele olhando em seus olhos. Ia e voltava ora sem colocar a mão, ora ajudando com uma punhetinha de leve. Já nao me aguentava de vontade de ser penetrada por ele entao fui me levantando, beijando seu peito novamente até a sua boca e me encaixando nele até a base. Senti um arrepio me percorrer pela espinha. Comecei entao a subir e descer e ele me agarrou pela bunda com as duas mãos, ditando o ritmo da cavalgada. Eu beijava sua boca e o segurava pelos cabelos rebolando gostoso. Nick entao se levantou comigo ainda encaixada, deixou a bermuda cair e me pôs sobre a bancada de granito que parecia ter sido construída para isso.  Me fez deitar no granito gelado e me segurando pelos seios, foi metendo cada vez mais rápido me fazendo gozar novamente sentindo seu pau empurrar meu útero de tao fundo que ele alcançava. Sem me deixar recompor, me virou de costas e continuou bombando forte até gozar também deixando seu corpo cair sobre o meu, beijando-me a nuca e acariciando meus braços. Levantou-se, me puxou de volta para o sofá e ficamos ali, quietos, abraçados, até a luz voltar.

PROMOÇÃOOOOOO

Galerinha linda, acabo de fazer parceria com a Sex Shop SexyDay.
O blog deles estreiou semana passada e já conta com alguns contos meus entre outras parcerias, dicas e muita coisa bacana e pra comemorar, eles me presentearam com um vale desconto de 15%. Eu, como sou um docinho de pessoa e amo vocês, vou sortear esse cupom!

Como Participar? É muito simples!!

Basta escrever um conto erótico e mandar pro meu e-mail (jovemperdida@hotmail.com) até o dia 14 de novembro de 2009, próximo sábado. O melhor conto ganha o cupom.
Tamanho, assunto, sobre quem escrever? Você escolhe!
Põe a imaginação pra funcionar e vamos lá!! Não esqueça de se identificar no e-mail!
Enquanto isso, dá uma fuçada lá no site e já vá escolhendo o que comprar com o seu cupom. Eu já tenho até lista de desejos lá... hehe
O resultado sai na segunda, dia 16 de novembro e o melhor conto será postado aqui no blog! Aguardo ansiosa!!!

Os piores e os melhores amantes do mundo

De acordo com a Revista Época, uma pesquisa feita pelo site OnePool com 15 mil mulheres de 20 países listou os piores e os melhores amantes do mundo. Os alemães foram considerados os piores. O motivo? Higiene pessoal precária (eca!). Os latinos foram considerados os melhores de cama: espanhóis em primeiro lugar, brasileiros em segundo e italianos em terceiro. Abaixo, a lista completa:

Os piores

1- Alemães (muito fedorentos)
2. Ingleses (muito preguiçosos)
3. Suecos (muito afobados)
4. Holandeses (muito dominadores)
5. Americanos (muito brutos)
6. Gregos (muito sentimentais)
7. Galeses (muito egoístas)
8. Escoceses (muito grosseiros)
9. Turcos (suam demais)
10. Russos (muito peludos)


Os melhores

1. Espanhóis
2. Brasileiros
3. Italianos
4. Franceses
5. Irlandeses
6. Sul africanos
7. Australianos
8. Neozelandeses
9. Dinamarqueses
10. Canadaenses

P.S.: Já vi que terei problemas... :/ kkkkkk

Dica de filme

Achei finalmente o vídeo da cena de sexo mais linda do cinema (na minha opnião, é claro!)

É do filme Killing me Softly (Mata-me de prazer) - um suspense de 2002 com Heather Graham e Joseph Fiennes. A história é bem interessante e surpreende e as cenas são assim, de tirar o fôlego! Amo essa cena, me faz suspirar, aiai! rsrs

Divirtam-se!!

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Parceiros: O Quarteto quente - parte II

Mais um post escrito pelo Luiz Guilherme que promete continuação... e mais uma vez, à medida que ele for escrevendo, eu vou postar. Agora, curtam O quarteto quente parte II

No dia seguinte de todo aquele momento mágico com Joana, fiquei em casa aproveitando um pouco o dia. Fiquei pensando um pouco naquela maravilhosa orgia que tivemos no dia anterior (que foi fascinante). De repente, na hora em que eu estava assistindo TV, meu celular da um toque de alerta: era uma mensagem, e logo a abri normalmente ela. Quando vi, ela estava escrita dessa forma, ”eu vi o que você fez”. Achei bem estranho, e não liguei muito para isso. Pouco depois, ligam para mim. Quando atendo uma voz dou outro lado da linha. A voz era meio estranha, bem grave e me dizia, “eu sei o que você fez ontem”. Quando fui manifestar minha palavra, já haviam desligado. Não havia número registrado no celular. Achei muito misterioso e fiquei até com medo de que fosse um alguém que tivesse me perseguindo ou algo do tipo. Foi um dia inteiro com essa angústia, que parecia não ter fim. Sempre que chegavam mensagens de diferentes conteúdos, que diziam, “não minta, eu vi tudo”, ou, “não disfarce, eu sei o que você fez ontem”, ou até os mesmo telefonemas sem identificação de número. Eu ficava mais afoito, aflito, com medo de que algo acontecesse. Nesse dia, mal sai de casa, de tanto medo que estava. Ficava pensando quem eram aquelas pessoas que diziam tanto que viram o que eu fiz ontem à noite. Na hora da minha orgia com Joana, não havia ninguém em casa. Será mesmo que não havia ou eu não percebi que alguém nos brechou no banheiro na hora? Estava ainda com essa dúvida que rondava minha cabeça.
À noite, quando menos esperei, Duda me chama para sua casa sem motivo algum.

Fiquei com um pouco com medo, pois pensei que fosse ela quem tivesse visto o acontecido com Joana. Ela não me recepcionou bem, por que sua cara estava meio fechada para mim. Fiquei logo em pânico por dentro, tentando fingir que nada havia acontecido no dia anterior. Ela era uma das irmãs mais invocadas e qualquer coisa fora do normal era motivo de desconfiança para ela. Cheguei, sentei numa cadeira de frente a ela e logo fui interrogado, com tipo de perguntas, “você esteve aqui ontem?”, “o que você estava fazendo?”, “o que depois fez mais?”. Nossa, me senti muito amedrontado disso cair na boca dela, pois isso seria bem perigoso. Mas depois, ela percebeu que isso me deixava nervoso e parou de me interrogar.

Conversamos bastante e mais uma vez, não havia ninguém em casa. Fiquei bem à vontade pra falar de tudo (até de sexo). E foi nesse momento em que a conversa foi se apimentando, e movimentos, palavras e ações foram ficando mais ousadas. Ela estava com um baby-doll preto bem curto, que deixa aparente suas pernas grossas. Parecia que cada vez mais aprofundada era a conversa, mais ela tinha uma aproximação a mim. Percebi que durante o papo, ela deslizava a mão discretamente em alguns lugares do seu corpo. E daquilo, senti que era um sinal verde pra tudo rolar. E quando percebi mais uma vez suas expressões corporais, ela já estava a tocar em minhas pernas. Ela falava, e sedosamente tocava de baixo a cima minhas pernas. E no mesmo ritmo, eu me arrepiava, e ficava frio diante das suas ousadias.

De repente, ela já estava a tocar em meu sexo, que ficou ereto de tanta sedução. Ela sai de sua cadeira. Senta-se sobre mim e me olha de um jeito fatal, já como se estivesse dizendo, “essa noite eu te quero”. Me beijou calientemente, e eu a agarrei firme pela sua cintura. Mas logo ela tira o meu braço, e levanta-se e começa a fazer um ‘strip-tease’, muito parecido com o que Demi Moore fez em seu filme. Ela me provocava, me excitava, e me deixava cada vez mais louco como o seu showzinho. Ela subia, descia, me tocava, despia-se (e me despia também), e lambia meu corpo e minhas partes de forma enlouquecedora. Já estávamos nus quando ela voltou a sentar sobre mim. Foi um entorpecimento de prazer até o ultimo fio de cabelo. Ela pulava, balançava, rebolava, fazia boquete... enfim , um pouco de tudo. No ato sexual, acontecia algo muito interessante e mais excitante : ela falava na hora da transa. Em algumas posições ela dizia, “vai, vai, vai, vai, vai...”. em outras, “eu quero mais, eu quero mais, eu quero mais, eu quero mais...”. e em uma ela falou algo que na minha opinião foi o mais excitante de todos: “ não para, eu quero tudo de você”. Eu beijava seu corpo inteiro quando ela se inclinava para trás, fazendo-a ter arrepios e gemer mais e mais. E ela fazia tudo, tudo para que tivéssemos todo um gigantesco prazer em dupla.

Gozamos. Ela ainda ficou certo tempo sobre mim. Estávamos de corpos suados, cansados, mas satisfeitos com aquele momento de (puro) instinto sexual. Ela saiu calada, e disse que estava na hora de eu ir antes que alguém á visse daquele jeito. Me vesti rapidamente. Mas antes ela me disse uma coisa (de forma irônica) que deu a entender que ela era a mentora de todas as ligações que recebi nesse dia: “eu vi tudo”. Saí risonho, mas satisfeito com (mais uma) noite louca na minha vida. E agora, quem será a próxima? Não vou exitar.

Parceiros: O Quarteto quente

Queridinhos, esse post foi inteirinho escrito pelo Luiz Guilherme que promete continuação... à medida que ele for escrevendo, eu vou postar. Enquanto isso, curtam O quarteto quente parte I.

Em um dia da minha vida, eu estava em minha casa, depois de ter chegado do estagio. Foi um dia duro, cansativo, e meramente satisfatório. E para curar meu cansaço, fui tomar um bom banho. Pouco depois fui até o quintal de minha casa para lavar algumas poucas roupas que deixei de molho. Nesse momento ouvi um barulho de água escorrendo, e junto com ele um cantarolado feminino bem baixinho. Alguém estava tomando banho por ali.
Mas, quem era que estava à noite tomando um banho no quintal de casa? E, a curiosidade matou o gato. E eu bem escondido fui ver quem estava tomando banho por ali. Quando olhei, era ela, Joana, a minha vizinha gostosa. Nossa como ela tem seios ótimos, e uma bunda sensacional. Ela cantarolava baixinho, e jogava água em seu corpo lindo, de deusa grega. Nossa, eu que sou só um pé rapado, nunca tive chance de transar com ela. Eu moro vizinho a ela há 11 anos e nunca consegui. O mesmo também acontece com suas 3 irmãs, Duda, Amanda, e Jéssica. eu nunca cheguei nelas, mas sempre tive uma atração por cada uma.

Mesmo com esse meu pensamento, fiquei ainda brechando Joana, que parecia ser safadinha como suas outras irmãs. Digo isso, pois já ouvi diversas vezes no banho, vozes de “ai, eu sou louca pra transar com fulano, mas ele tem namorada”. E também em alguns momentos que ia à sua casa para pegar algo, via uma ou outra sair do banho só de toalha. Concerteza, elas hà um tempão não transam, pois a única que vi com namorado foi a Joana. E ainda foi por pouco tempo, uns 2 meses, por ai.

Depois que Joana terminou o banho, sai bem rapidinho. Depois, voltei a pia para lavar o resto da roupa. Pensei que iria somente vê-la assim, dessa forma tão deliciosa, mas impossível. Terminei de lavar tudo, troquei de roupa, e fui assistir um pouco de TV. De repente ouço uma voz gritando por mim. Era Joana. Disse-me que precisava trocar uma lâmpada, e não sabia. Fui até lá, e fui fazer o serviço. Enquanto eu trocava a lâmpada, conversávamos um pouco, e eu a olhava discretamente aquele corpão sedutor que a toalha branca enrolava. E também consegui perceber que ela me olhava de um jeito, como se quisesse algo. Eu fingia que nada acontecia, até que concertei a luz. Logo depois, ela conversou um pouco comigo e perguntou-me como poderia agradece. Eu disse todo ingênuo, que de nada precisava. E ela ainda insistiu, pegando suavemente em minha mão. E eu disse que poderia ser, dependendo do que ela me desse. E ai foi o momento em que ela encostou perto de mim e disse baixinho no meu ouvido, “me possua”. E ai não resisti: beijei-a de uma forma tão apimentada, que já sabia no que aquilo ia dá. Dito e feito: ela agarrou-me pela mão e levou-me até o banheiro. Lá, nós entregamos por completo. Ela tirou sua toalha, tirou minha roupa e fizemos a festa. Ela virava-se e dizia com o seu jeito mais sexy, que queria mais. Nossos corpos se unificaram, em prol de um prazer quase que interminável. Eu colocava todo o meu sexo no dela, e gemíamos de tanto prazer. Foi um vai-e-vem danado, gostoso, saborosíssimo.... delicioso. A cada posição diferente que fazíamos nos entorpecíamos de tanto prazer que sentíamos, num momento que eu acreditada nunca que poderia acontecer. Sentimos um prazer inigualável, que jamais senti. Ela virava e desvirava, sempre pedindo mais, mais, mais, mais, mais...

Depois que gozamos, saímos e ela agradeceu baixinho no ouvido, ”muito obrigada por ter me dado muito prazer. Esse é nosso segredinho”. Voltei pra casa impressionado e satisfeito pela recompensa do trabalho. Ao menos com Joana já fiz amor e não tenho do que reclamar.

Ricardinho

Não me lembro se já comentei por aqui ou no twitter, mas quando estou “naqueles dias”, ou perto de estar, eu fico mais assanhada, tem a ver com os hormônios e tal, mas chega a ser incontrolável em alguns momentos.

Pois bem, essa semana passei um sufoco daqueles! Estou organizando um coquetel e fui a um restaurante próximo daqui de casa para fazer orçamento, conversar com os proprietários, enfim. Chegando lá, a porta de vidro estava emperrada, a chave tinha agarrado ou algo do gênero, e a funcionária estava em pânico tentando abrir já achando que nao ia ter jeito. Chamou a dona do restaurante, que veio, tentou e vendo que nao seria possível gritou o filho: – RICARDINHOOO!!!! Corre aqui!! (era perto da hora do almoço). Eu já etava me divertindo com a situação, achando graça das duas desesperadas esperando um adolescente para resolver o problema, quando me aparece o tal Ricardinho. Tudo perdeu a graça!

Ricardinho nao é um rapazinho como o tom de voz da mãe quis insinuar. Um rapaz aparentando 28 anos, de calça jeans e elástico da cueca (Hugo Boss) branca à mostra, sem camisa, descalço e com espuma de barbear no rosto, afoito por saber o que estava acontecendo. Ele saiu do restaurante correndo sem se preocupar com os trajes, já que seria só a mãe dele que chamava. Ao ver aquela cena, me faltou o ar! Nao conseguia nao olhar para ele. Branco, malhado, braços fortes, peitoral e barriga definidos, cabelos pretos e bem curtinhos. Que homem era aquele!? Ao me ver ele paralisou. Talvez por vergonha de se apresentar daquela forma. Só vi seus olhos percorrerem meu corpo. Eu estava de saia jeans, camiseta regata e chinelos. Gaguejou perguntando o que estava acontecendo e quando a mãe explicou, ele se ajoelhou em frente à fechadura e com alguns poucos gestos retirou a chave, abrindo a porta. A mãe agradeceu, ele fez sinal para que eu entrasse e pediu licença para se retirar. E eu ainda embasbacada… A dona do restaurante me acompanhou até o escritório, me puxou uma cadeira em frente à mesa de mármore branco rústico e grandes pés de madeira escura e pediu que eu aguardasse. Em seguida Ricardinho entrou e se sentou na outra cadeira ao meu lado, já vestido, e explicou que a mãe precisou ir verificar a cozinha pois alguns clientes já estavam chegando e poderíamos começar a conversar sobre o coquetel pois ela iria demorar.

Conversa vai, conversa vem, eu explicando o que iria querer para o evento, mas o cheiro da loção pos barba era inebriante e acontece que a Jovem Perdida às vezes toma conta do meu alter ego… Uma cruzada de pernas e pronto, acabou a concentração. Ele já nao conseguia parar de olhar para minhas pernas e eu já estava na dele há um tempo.

- Está tudo bem Ricardo? – eu perguntei com o tom de voz mais sacana que eu consigo fazer.

- Er, tá, tá tudo bem sim. – disse ele pigarreando. – Onde estavamos mesmo?

- Olha, eu estava aqui, mas você deu uma viajada, tava pensando no que, assim tão sério? – perguntei descruzando as pernas e mantendo a bolsa no colo.

- É, entao, me fala uma coisa, o coquetel é pra que mesmo? Seu noivado, casamento?

- Não, só despedida mesmo. Estou me mudando e quero reunir alguns amigos.

E a partir daí quebrou-se o gelo entre nós e a conversa ficou mais descontraída. Mas eu nao conseguia parar de lembrar da cena inicial. Nao dava pra esquecer aquele corpo. Em como seria o abraço dele. Detalhes do evento acertados, fechamos o negócio. Nos levantamos e ele estendeu a mão para se despedir e como é de costume aqui no Espírito Santo dar três beijinhos no rosto para cumprimentar, eu recusei a mão dele, coloquei as mãos no peito dele, me levantei na ponta dos pés e dei os três beijos bem lentos nas bochechas dele que ficou imóvel. Abaixei os pés devagar de frente, olhando bem nos olhos dele, que me segurou pela cintura.

Senti meu corpo arrepiar com aquelas mãos quentes em mim. Ficou me olhando por alguns segundos, olhou a porta do escritório e me beijou a boca me abraçando forte. Suas mãos percorriam as minhas costas até que agarrou os cabelos pela nuca, ditando o ritmo do beijo, enquanto puxava o meu corpo contra o dele com a outra mão. Eu passava as mãos pelos braços dele, depois no peito subindo pelo pescoço, sentindo a textura macia da pele recém barbeada. Estava muito excitada, começando a ficar ofegante com aquele longo beijo cheio de mãos. Ele entao escorregou a mão pelas minhas costas até a bunda e aguardou a minha reação. Como nao tinha intençao alguma de me opor, ele apertou minha bunda e me pressionava ainda mais contra ele.

Nesse momento senti seu membro enrijecer encostado a mim. Passei as mãos por baixo de seus braços e comecei a acariciar as costas, passando as unhas de leve por cima da camisa, depois por baixo da camisa enquanto ele me guiava andando de costas pelo escritório até a mesa. Me apoiou na mesa e me pegou pela bunda, me levantando fazendo sentar na mesa e foi me inclinando para trás puxando pelos cabelos enquanto beijava o pescoço e descia até meus seios. Puxou as alças da blusa e sutiã juntas, exibindo meu seio e caiu de boca nele enquanto expunha o outro, apertando com a mão, como estivesse medindo. Passei as pernas em volta da cintura dele e ele imediatamente as puxou e levantou, deixando minha calcinha à mostra. Segurando minhas pernas para cima com uma só mão pelos tornozelos, começou a acariciar minha xaninha por cima da calcinha ensopada me olhando nos olhos. Depois afastou a calcinha e brincou um pouco com os dedos ágeis com o meu clitóris me fazendo gemer. Eu pedia com o olhar para que ele me fodesse logo. Ele enfiou um dedo “nela” de uma vez, tirou e lambeu, sentindo o meu gosto. Abaixou-se, ajoelhando em frente a mim, colocou meus pés sobre a mesa dobrando as minhas pernas, tirou minha calcinha e pôs-se a chupar minha xaninha com sede me fazendo gozar em sua boca e continuou chupando até que as contrações acabassem. Depois levantou, tirou a camisa, abriu a calça colocando o pau duro para fora e me segurando pela cintura, enfiou de uma só vez. Levantou novamente as minhas pernas, colocando os pés em seus ombros e continuou metendo forte, aumentando o ritmo cada vez mais me fazendo gozar novamente.

Me levantei virando-o e fazendo encostar na mesa e fui me abaixando até encontrar o pau dele latejando e comecei a lamber. Passava a língua pelas bolas e ia subindo até a cabecinha molhada. Fui e voltei algumas vezes e entao engoli até onde foi possível. Sugando de leve, passava a língua em volta do pau dele ainda dentro da minha boca e o via estremecer. Comecei a punhetar enquanto chupava só a cabecinha e com um gemido abafado ele gozou dentro da minha boca. Eu nao tive tempo de reagir, só o que pude fazer foi engolir enquanto lambia as últimas gotas de gozo que ele versava. Ele me puxou pela mão me fazendo levantar e me abraçou delicadamente porém firme, me beijando de leve.

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Ah como eu queria mais! Mas uma voz do outro lado da porta chamando pelo nome dele nos fez disfarçar e marcar novo encontro de “negócios” para mais detalhes do coquetel.

Dirigindo

Outro dia meu carro estava estacionado longe do meu prédio porque eu ia sair novamente mas acabei nao indo. Enfim, já era tarde da noite, por volta das 23 horas quando me lembrei de ir buscar o carro para guardar e naquele exato momento eu estava com um tesão descomunal. De vestido tomara que caia de tecido fininho, a noite estava agradável, com uma brisa gostosa soprando.

Me assegurei de que nao tivesse ninguem por perto e entrei no carro, sentia a calcinha molhada sob o vestido. Liguei o carro mas só conseguia pensar em sexo. Passei a mão na perna e o tesão aumentava na medida em que eu subia em direção à virilha, encostando na calcinha e então comecei a me tocar.

Afastei a calcinha, estava realmente ensopada. Passei o dedo levemente sobre o clitóris, eu latejava de tesão, sedenta por ser penetrada de verdade, mas tudo o que eu tinha era a minha mão ali. Massageando minha xaninha e rebolando levemente, dei partida no carro e segui para fazer o retorno, agora enfiando o dedo médio. Continuava dirigindo bem devagar, não queria que aquele momento acabasse. Minha rua é de mão única e eu tinha que fazer um retorno que geralmente nao demora nada, mas eu estava me divertindo em andar devagar e a rua por onde eu passava era deserta, sem casas ou prédios em volta. Abaixei o vestido e continuei enfiando agora dois dedos, enquanto massageava o clitóris com o polegar e dirigia com uma mão. E à medida que eu me aproximava da garagem do meu prédio, eu intensificava os movimentos.

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Levantei o vestido cobrindo novamente os seios ao me aproximar da guarita do porteiro e enquanto ele abria o portão para mim, eu gozei nos meus dedos tentando disfarçar para que ele nao percebesse o que estava acontecendo. Ele sorriu para mim, como quem deseja boa noite, sem desconfiar das sensações que eu estava tendo ali. Entrei na garagem, estacionei o carro e ainda fiquei ali por um instante para respirar e me recompor. Nessa noite eu dormi feito um bebê, tranquila e relaxada.

Fetiche

Desde que conheci meu marido ele me contou de um fetiche que ele tinha e que só poderia ser realizado após o casamento. Esse fetiche inicialmente me intrigava muito, me deixava com um pé atrás, mas aos poucos fui me entregando a esse devaneio do Jeffrey.

Ele sempre foi (e ainda é) muito carinhoso comigo, maridinho dedicado, gentil, do tipo perfeito! Ele malha há algum tempo na mesma academia e tinha lá um grupo de de aproximadamente 8 amigos com quem saíamos vez ou outra, alguns solteiros, outros tinham namorada, mas só o Jeff era casado. Após alguns meses de casados surgiu a oportunidade de realizar seu fetiche. Claro que homens também conversam sobre esses assuntos, e com ele não era diferente. Jeff e os rapazes dividiam o mesmo fetiche: Gang Bang.

Num sábado fim de tarde, academia já fechando, Jeff me liga dizendo que o carro dele tinha pifado e pediu que eu o fosse buscar. Do jeito que eu estava, o peguei as chaves e fui. Vestidinho bem leve, porque o dia esta extremamente quente, e chinelos.

Ao chegar na frente da academia, liguei pro celular dele e ele disse q era pra eu entrar pois estava terminando de se vestir. Ao entrar, ele foi logo me agarrando, me beijando e sussurou no meu ouvido: – Vai fazer seu maridinho o homem mais feliz do mundo hoje? Ele sabe que eu o obedeço incondicionalmente e sabia que eu toparia sem piscar.

Dito isto, me levantou no colo me beijando e seguiu em direção ao vestiário onde os amigos dele estavam. Estavam 5 deles lá já à minha espera. Jeff me colocou sentada num dos bancos do vestiário, sentou atrás de mim e começou a beijar meu pescoço, levantando meus cabelos com uma mão e acariciando meus seios e a xaninha com a outra. Foi me despindo e me exibindo aos rapazes que já estavam a este ponto com os paus duros só de ver a cena. E eu já estava molhadinha pois um dos meus fetiches sempre foi de transar com algum voyeur por perto e 5 deles, todos sarados e bonitos, era mais que bom. Meu maridinho me deixou completamente nua e saiu de perto de mim, dando o start pros amigos dele.

Eles se aproximaram de mim, se posicionaram e começaram a me acariciar, primeiro timidamente como se estivessem reconhecendo o terreno. Logo um se ajoelhou e se “apoderou” de um dos seios, abocanhando e sugando com vontade. Outro levantou a minha perna e, de pé, acariciava minha coxa enquanto lambia meus pés dando total acesso à minha xaninha ao terceiro deles que me fodia com os dedos. Jeff assistia a tudo sentado, à distância, e a única recomendação era que ninguém além dele poderia me beijar na boca. Meu corpo era todo deles.

O quarto amigo se sentou atrás de mim com as pernas abertas, me puxou contra seu corpo e suspendendo meu quadril, me fez encaixar em seu mastro rígido abaixando aos poucos até estar completamente dentro de mim enquanto o quinto segurava meus longos cabelos lisos e me puxava para chupar o seu pau que latejava de tesão.

Me colocaram de quatro e um deles deitou por baixo de mim, me deixando com os pés no chão enquanto ele fazia os movimentos de entra e sai e eu chupava outro deles. Tinha uma visão maravilhosa dos outros dois se masturbando à minha frentes enquanto o quinto brincava com meu cuzinho que estava completamente exposto primeiro com o dedo, depois com a cabecinha do pau e entrando lentamente. Eles nao me deixavam respirar, nem bem largava um, vinha outro e enfiava o pau na minha boca. Os movimentos sincronizados dos dois me penetrando me fizeram gozar e desabar. O que estava deitado por baixo de mim se levantou e me deitou no banco, como se estivesse num buffett, para eles se servirem de mim. Enquanto eu chupava um masturbava outros dois, um em cada mão, outro chupava minha bucetinha encharcada e o outro se masturbava sobre meus seios até gozar e foi pro chuveiro. O que estava me chupando voltou a me penetrar a xaninha insanamente, como se fosse a última coisa que ele iria fazer na vida(talvez até fosse, se a namorada dele descobrisse…). Gozei denovo e ele também estava prestes a gozar entao parou e trocou de lugar com um dos que eu estava masturbando que também me penetrou sem dó. Eu já não sabia mais se chupava, gemia, masturbava os dois ou olhava para a carinha de satisfação do Jeff. Ele realmente estava feliz em me ver ali, entregue aos seus melhores amigos. Ele se masturbava, como se estivesse assistindo a um filme pornô e eu era a sua estrela. Revezamentos feitos, todos já haviam provado meu gosto e me feito gozar, a última vez já sem forças até para gemer, Jeff entao me manda ajoelhar no chão e diz para os meninos gozarem em cima de mim. Ele me conhece, sabe o quanto eu gosto de ver um homem gozar por mim, e mais ainda se forem 4 deles, ao mesmo tempo. Enquanto eles se masturbavam em frente ao meu rosto, eu de boca aberta aguardando o grande momento, me masturbava insaciável. Logo eles gozaram, quase juntos, sobre meu rosto e seios, sorrindo de satisfação, eles e eu.

Jeff entao se levantou da cadeira, me tomou pela mãe e levou ao chuveiro, fechou a porta, primeiro me colocou debaixo d’água para tirar toda a porra dos amigos dele e depois de limpa, fizemos amor debaixo da água morna, sem pressa. Ele me beijava carinhosamente a boca, o pescoço, os seios, enquanto metia calmamente seu pau na minha xaninha que já estava latejando e acariciava meus cabelos agora molhados. Eu me agarrava ao seu corpo, ofegante. A sensação de cumplicidade era mútua e nos amávamos ainda mais depois dessa experiência que tivemos juntos. Gozamos juntos, grudados, e ali permanecemos por mais um momento nos beijando, deixando a água correr sobre nossos corpos nus.

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Quando saímos do banho os rapazes já não estavam mais lá. Deixamos o carro dele no estacionamento da academia e ele foi dirigindo sorrindo para casa, eu deitada em seu ombro exausta e feliz.