Não me lembro se já comentei por aqui ou no twitter, mas quando estou “naqueles dias”, ou perto de estar, eu fico mais assanhada, tem a ver com os hormônios e tal, mas chega a ser incontrolável em alguns momentos.
Pois bem, essa semana passei um sufoco daqueles! Estou organizando um coquetel e fui a um restaurante próximo daqui de casa para fazer orçamento, conversar com os proprietários, enfim. Chegando lá, a porta de vidro estava emperrada, a chave tinha agarrado ou algo do gênero, e a funcionária estava em pânico tentando abrir já achando que nao ia ter jeito. Chamou a dona do restaurante, que veio, tentou e vendo que nao seria possível gritou o filho: – RICARDINHOOO!!!! Corre aqui!! (era perto da hora do almoço). Eu já etava me divertindo com a situação, achando graça das duas desesperadas esperando um adolescente para resolver o problema, quando me aparece o tal Ricardinho. Tudo perdeu a graça!
Ricardinho nao é um rapazinho como o tom de voz da mãe quis insinuar. Um rapaz aparentando 28 anos, de calça jeans e elástico da cueca (Hugo Boss) branca à mostra, sem camisa, descalço e com espuma de barbear no rosto, afoito por saber o que estava acontecendo. Ele saiu do restaurante correndo sem se preocupar com os trajes, já que seria só a mãe dele que chamava. Ao ver aquela cena, me faltou o ar! Nao conseguia nao olhar para ele. Branco, malhado, braços fortes, peitoral e barriga definidos, cabelos pretos e bem curtinhos. Que homem era aquele!? Ao me ver ele paralisou. Talvez por vergonha de se apresentar daquela forma. Só vi seus olhos percorrerem meu corpo. Eu estava de saia jeans, camiseta regata e chinelos. Gaguejou perguntando o que estava acontecendo e quando a mãe explicou, ele se ajoelhou em frente à fechadura e com alguns poucos gestos retirou a chave, abrindo a porta. A mãe agradeceu, ele fez sinal para que eu entrasse e pediu licença para se retirar. E eu ainda embasbacada… A dona do restaurante me acompanhou até o escritório, me puxou uma cadeira em frente à mesa de mármore branco rústico e grandes pés de madeira escura e pediu que eu aguardasse. Em seguida Ricardinho entrou e se sentou na outra cadeira ao meu lado, já vestido, e explicou que a mãe precisou ir verificar a cozinha pois alguns clientes já estavam chegando e poderíamos começar a conversar sobre o coquetel pois ela iria demorar.
Conversa vai, conversa vem, eu explicando o que iria querer para o evento, mas o cheiro da loção pos barba era inebriante e acontece que a Jovem Perdida às vezes toma conta do meu alter ego… Uma cruzada de pernas e pronto, acabou a concentração. Ele já nao conseguia parar de olhar para minhas pernas e eu já estava na dele há um tempo.
- Está tudo bem Ricardo? – eu perguntei com o tom de voz mais sacana que eu consigo fazer.
- Er, tá, tá tudo bem sim. – disse ele pigarreando. – Onde estavamos mesmo?
- Olha, eu estava aqui, mas você deu uma viajada, tava pensando no que, assim tão sério? – perguntei descruzando as pernas e mantendo a bolsa no colo.
- É, entao, me fala uma coisa, o coquetel é pra que mesmo? Seu noivado, casamento?
- Não, só despedida mesmo. Estou me mudando e quero reunir alguns amigos.
E a partir daí quebrou-se o gelo entre nós e a conversa ficou mais descontraída. Mas eu nao conseguia parar de lembrar da cena inicial. Nao dava pra esquecer aquele corpo. Em como seria o abraço dele. Detalhes do evento acertados, fechamos o negócio. Nos levantamos e ele estendeu a mão para se despedir e como é de costume aqui no Espírito Santo dar três beijinhos no rosto para cumprimentar, eu recusei a mão dele, coloquei as mãos no peito dele, me levantei na ponta dos pés e dei os três beijos bem lentos nas bochechas dele que ficou imóvel. Abaixei os pés devagar de frente, olhando bem nos olhos dele, que me segurou pela cintura.
Senti meu corpo arrepiar com aquelas mãos quentes em mim. Ficou me olhando por alguns segundos, olhou a porta do escritório e me beijou a boca me abraçando forte. Suas mãos percorriam as minhas costas até que agarrou os cabelos pela nuca, ditando o ritmo do beijo, enquanto puxava o meu corpo contra o dele com a outra mão. Eu passava as mãos pelos braços dele, depois no peito subindo pelo pescoço, sentindo a textura macia da pele recém barbeada. Estava muito excitada, começando a ficar ofegante com aquele longo beijo cheio de mãos. Ele entao escorregou a mão pelas minhas costas até a bunda e aguardou a minha reação. Como nao tinha intençao alguma de me opor, ele apertou minha bunda e me pressionava ainda mais contra ele.
Nesse momento senti seu membro enrijecer encostado a mim. Passei as mãos por baixo de seus braços e comecei a acariciar as costas, passando as unhas de leve por cima da camisa, depois por baixo da camisa enquanto ele me guiava andando de costas pelo escritório até a mesa. Me apoiou na mesa e me pegou pela bunda, me levantando fazendo sentar na mesa e foi me inclinando para trás puxando pelos cabelos enquanto beijava o pescoço e descia até meus seios. Puxou as alças da blusa e sutiã juntas, exibindo meu seio e caiu de boca nele enquanto expunha o outro, apertando com a mão, como estivesse medindo. Passei as pernas em volta da cintura dele e ele imediatamente as puxou e levantou, deixando minha calcinha à mostra. Segurando minhas pernas para cima com uma só mão pelos tornozelos, começou a acariciar minha xaninha por cima da calcinha ensopada me olhando nos olhos. Depois afastou a calcinha e brincou um pouco com os dedos ágeis com o meu clitóris me fazendo gemer. Eu pedia com o olhar para que ele me fodesse logo. Ele enfiou um dedo “nela” de uma vez, tirou e lambeu, sentindo o meu gosto. Abaixou-se, ajoelhando em frente a mim, colocou meus pés sobre a mesa dobrando as minhas pernas, tirou minha calcinha e pôs-se a chupar minha xaninha com sede me fazendo gozar em sua boca e continuou chupando até que as contrações acabassem. Depois levantou, tirou a camisa, abriu a calça colocando o pau duro para fora e me segurando pela cintura, enfiou de uma só vez. Levantou novamente as minhas pernas, colocando os pés em seus ombros e continuou metendo forte, aumentando o ritmo cada vez mais me fazendo gozar novamente.
Me levantei virando-o e fazendo encostar na mesa e fui me abaixando até encontrar o pau dele latejando e comecei a lamber. Passava a língua pelas bolas e ia subindo até a cabecinha molhada. Fui e voltei algumas vezes e entao engoli até onde foi possível. Sugando de leve, passava a língua em volta do pau dele ainda dentro da minha boca e o via estremecer. Comecei a punhetar enquanto chupava só a cabecinha e com um gemido abafado ele gozou dentro da minha boca. Eu nao tive tempo de reagir, só o que pude fazer foi engolir enquanto lambia as últimas gotas de gozo que ele versava. Ele me puxou pela mão me fazendo levantar e me abraçou delicadamente porém firme, me beijando de leve.

Ah como eu queria mais! Mas uma voz do outro lado da porta chamando pelo nome dele nos fez disfarçar e marcar novo encontro de “negócios” para mais detalhes do coquetel.